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DESAPEGUE PARA SER FELIZ

  • Foto do escritor: Damiana Rodrigues
    Damiana Rodrigues
  • 3 de fev. de 2021
  • 2 min de leitura
Por Damiana Rodrigues

Você é uma pessoa que não consegue abandonar um relacionamento abusivo, ou um emprego que te suga as energias, ou jogar fora seus objetos - mesmo que estejam quebrados ou inutilizados? Se sua resposta for "sim", então, continue lendo este artigo!


Durante muito tempo eu fui uma pessoa apegada de mais: apegada às pessoas, aos lugares, ao passado e às coisas materiais. Eu insistia em ficar ao lado de pessoas que só me tratavam mal; eu não conseguia parar de frequentar lugares que me traziam lembranças ruins e não me imaginava saindo de casa para morar em outro lugar; eu não conseguia parar de acumular coisas e tinha mais apego por objetos que por minha própria família. Isso teria me destruído se eu não houvesse descoberto um movimento chamado "minimalismo".


O minimalismo consiste em viver com menos, com o básico, levar uma vida simples e gastar seu tempo e seu dinheiro com o que realmente é importante; é ter menos e viver melhor.


Para cada pessoa o conceito de minimalismo se aplica de uma maneira diferente; no meu caso, eu adotei o conceito de desapego, de me libertar do que me faz mal, me incomoda ou me atrapalha para poder me concentrar no que, realmente, é importante para mim. Assim, eu me afastei de pessoas tóxicas (más, abusivas, egoístas, grossas, mal-educadas e parasitas) e passei a valorizar mais as pessoas que agregavam valor à minha vida (minha família, minhas amigas, bons vizinhos...); eu também destralhei a minha vida e eliminei os excessos (de roupas, calçados, acessórios, artigos de papelaria, livros que eu não iria ler mais, papéis inúteis, etc) e isso foi como tirar um peso dos ombros, porque assim sobrou espaço na minha casa e na minha vida para eu me concentrar em mim, e não nos objetos e na manutenção dos mesmos - meu lema é: se não me serve, não fica!


Eu também aprendi a usar meu dinheiro de forma inteligente - como uma ferramenta útil de sobrevivência e um instrumento para eu alcançar meus objetivos e praticar a caridade, e não como um objetivo em si, ou seja, para mim o dinheiro é um meio e não um fim.


Finalmente, o mais importante de tudo foi que eu aprendi a usar meu tempo com sabedoria. Com minha vida mais simples, sobrou mais tempo, mas se eu não soubesse utilizá-lo, de nada adiantaria tê-lo, não é mesmo? Então, aprendi a definir objetivos, traçar metas, definir minhas prioridades e me planejar bem, e isso me proporcionou diversas mudanças positivas, principalmente, bons resultados nos estudos e trabalho e o desenvolvimento de hábitos saudáveis como me exercitar mais, beber mais água e levantar cedo. Portanto, adotar o minimalismo foi um divisor de águas em minha vida.


Eu sou muito mais feliz agora, sendo simples e tendo menos, que antes, quando eu vivia cercada de pessoas e objetos, mas não sabia nem quem eu era.


Espero que você descubra ainda cedo o valor de uma vida simples.


Se gostou desse texto, curta, comente e compartilhe, que eu vou amar saber que estou ajudando outras pessoas.


Um abraço. Que Deus abençoe sua vida.


 
 
 

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